Leitores

O ministério de leitor é um dos mais importantes: com a sua proclamação das Leituras ajuda a comunidade a captar, nas melhores condições possíveis, o que Deus lhe diz. Proclamar o Evangelho foi reservado, desde o princípio, a um ministro ordenado (não ao presidente, se for possível), mas as leituras anteriores e o Salmo Responsorial, assim como as intenções da Oração Universal, são ministério de leigos.

Além dos leitores instituídos, que são exclusivamente varões, nas comunidades cristãs, exercem este ministério, de uma maneira mais ou menos estável, homens e mulheres, adultos, jovens ou até mesmo, em certa medida e circunstâncias, crianças, que não necessitam para isso de um encargo tão oficial e permanente. O que se pede é que sejam aptos para o desempenho desta função e se tenham cuidadosamente preparado. E que realizem o seu ministério com dignidade, na sua postura e porte, e com preparação técnica, para que a sua leitura comunique bem a Palavra de Deus à comunidade, em voz alta e de forma clara e inteligente. O mais importante é fazer de cada leitor um discípulo perfeito de Cristo e um não menos perfeito arauto da Palavra na assembleia e fora dela.  O Leccionário, na sua introdução, dedica vários números a descrever a técnica, a preparação e a atitude espiritual do leitor (cf. OLM 51-55).

No Cerimonial das Bênçãos há um rito para a «bênção dos leitores» não instituídos, que se pode fazer, se parecer conveniente, para dar uma certa oficialidade e seriedade ao encargo mais ou menos permanente às leitoras e leitores que vão exercer este ministério. Nos textos há motivações e preces oportunas para esta entrega do ministério de leitor.

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